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Haddad afasta fake news e diz que temas como aborto ficarão com Congresso.


Foto: Nelson Almeida/AFP

Fernando Haddad se apresentou como cristão, neto de um líder religioso no Líbano e casado há 30 anos com a mesma mulher, Ana Estela. Disse que deixará temas sensíveis, como a legalização das drogas e do aborto, a cargo do Congresso e desmentiu boatos de que defende pedofilia em sua campanha.

"Não é nenhuma concessão, é o que penso. Um presidente não é eleito para colocar seu ponto de vista nas coisas. Não pode impor valores. Se eu digo que matar é a solução, que torturar é a solução, que exemplo eu estou dando? Falo isso como cristão e cidadão", afirmou Haddad.

O candidato do PT ao Planalto estava diante de lideranças evangélicas, nesta quarta-feira (17) em São Paulo, num esforço para tentar conter a onda em apoio a seu adversário, Jair Bolsonaro (PSL), entre religiosos, pobres e mulheres, um eleitorado tradicionalmente petista.

Desde as vésperas do primeiro turno, a equipe de Haddad tem se preocupado com notícias falsas que circulam contra o petista nas redes sociais – e com o fato de não ter encontrado um antídoto eficaz para combatê-las. O petista atribui a circulação dessas informações caluniosas a Bolsonaro e a seus apoiadores.



FONTE: FOLHA DE PERNAMBUCO.

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